"Quem inventou o amor? Diga por favor...nada mais estranho do que querer incessantemente o bem de um alguém que nem se quer entende o que realmente importa, prefere pular de galho em galho, quando se tem uma história e um caminho a trilhar...Vírgulas e mais vírgulas para aquele que tem talento em redigir começo, meio e fim, e isso para justificar um ato, provar um contrário ou ferir até chegar naquela área, cuja zona de ternura estampa o próprio resto de quem a fere. Não entende que amor é algo raro. Não entende que construir uma vida requer mais e mais planejamento, e lá vem as vírgulas. Deve ter "amor genérico" pra dar e vender. Joguete. Sabe quando a denominação: "amor", "amoreco", "linda", "meu anjo" e lá se vai a vasta coleção de palavrinhas, mudam de pessoa a pessoa num piscar de olhos? Esses são os clássicos "joguetes", e nem imaginam que o verdadeiro personagem "amoreco", no real sentido da palavra, ainda olha para o horizonte, incansavelmente, porque isso sim é "amor"! Acreditar em alguém depois de todos os vestígios de "pessoa errada". A pessoa errada é aquela que a gente espera a vida inteira..."

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